Depressão Pós Parto

A Depressão Pós Parto é uma forma de depressão que afeta mulheres após terem dado a luz a um bebê. Estima-se que cerca de 60% das novas mães passam por uma forte melancolia após o parto conhecida internacionalmente como baby blues, neste post você irá conhecer 13 Sintomas da Depressão Pós Parto.

No Brasil cerca de 40% desenvolvem depressão sendo que 10% apresentem a sua forma mais severa. Recomenda-se que uma psicoterapia seja iniciada o mais rápido possível.

É comum que pais também tenham sintomas de depressão em 25,5% dos casos. O Edinburg PostNatal Depression Scale (EPDS) pode ser usado para identificar a presença da DPP.

A Depressão Pós Parto, assim como a maioria dos transtornos psicológicos, tem como causas
fatores biológicos, psicológicos e sociais. Caso a mãe já apresente depressão antes do parto é provável que ocorra seu agravamento. As grandes alterações hormonais durante a gravidez e a diminuição após o parto são um dos principais responsáveis porém existe uma clara relação entre o suporte social principalmente do parceiro e família, do planejamento da gravidez, de problemas de saúde da criança, dificuldade em voltar ao trabalho, dificuldade sócio-econômica e estado civil com a presença e gravidade da depressão.

No Brasil estudos nacionais tem encontrado uma prevalência por volta de 40%, enquanto a americana de 60%.

Os 13 Sintomas da Depressão Pós Parto são:

  1. Tristeza
  2. Desesperança
  3. Baixa auto-estima
  4. Culpa
  5. Anedonia (é a perda da capacidade de sentir prazer, próprio dos estados gravemente depressivos. Também é encontrada na neurastenia e em alguns tipos de esquizofrenias e no transtorno de personalidade esquizóide).
  6. Distúrbios de sono
  7. Distúrbios na alimentação
  8. Cansaço e falta de energia
  9. Desinteresse sexual
  10. Aumento na ansiedade
  11. Irritabilidade
  12. Sentimento de incompetência
  13. Isolamento social

Após o parto, ocorre uma queda dramática nos hormônios estrogênio e progesterona, e essas mudanças por si só podem contribuir para um quadro de Depressão Pós Parto. Outros hormônios produzidos pela glândula tireoide também pode cair bruscamente – o que pode aumentar o cansaço e sensação de tristeza. Mudanças no seu volume de sangue, pressão arterial, sistema imunológico e metabolismo podem contribuir para a fadiga e alterações de humor, no caso de mães de múltiplos, a intensidade é bem maior do que a gestação única.

Quando você está privado de sono e sofrendo algum tipo de estresse ou pressão psicológica, você pode ter problemas para lidar com situações do dia a dia. A mãe também pode se sentir menos atraente ou sentir que perdeu o controle sobre sua vida. Qualquer um desses fatores pode contribuir para a depressão pós-parto. A Maternidade em si, faz grandes mudanças na vida da mulher, tanto no seu dia a dia como internamente.

No caso dos homens, a Depressão Pós Parto pode surgir por conta da preocupação com sua própria capacidade de educar um recém-nascido. A ansiedade em prover uma boa vida para a criança, o aumento das responsabilidades e o suporte que se deve dar ao parceiro(a) estão entre as causas do problema. Apesar de essas causas serem comuns nos pais, também podem ocorrer com as mães. Veja os fatores que podem aumentar o risco de ter depressão pós parto:

  • História de Depressão Pós Parto anterior
  • Falta de apoio da família, parceiro e amigos
  • Estresse, como um recém-nascido doente, problemas financeiros ou problemas familiares
  • Limitações físicas anteriores ou após o parto
  • Depressão durante a gravidez
  • Depressão anterior
  • Transtorno bipolar
  • História familiar de depressão ou transtorno bipolar
  • História de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD), que é a forma grave de tensão pré-menstrual (TPM)
  • Violência doméstica, que podem aumentar durante a gravidez e quando um casal está se ajustando a um novo bebê. Se o seu parceiro é violento ou emocionalmente abusivo, você e seu bebê estão fisicamente em risco, e você tem um maior risco de depressão pós-parto. Procure ajuda se possível.

O Parto prematuro

O parto prematuro, ou seja, aquele que ocorre com menos de 37 semanas de gestação – frustra as expectativas relacionadas ao nascimento do bebê, de modo que pode ser considerado um acontecimento potencialmente desestruturante para a mãe. Isso ocorre porque a condição biológica do bebê geralmente torna a internação em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) um imperativo para sua sobrevivência.

Em função disso, as mães que passam por essa experiência tendem a apresentar diversos sentimentos negativos, tais como: apreensão resultante da incerteza da evolução clínica do bebê, tristeza desencadeada pela separação precoce imposta pela hospitalização do mesmo e culpa por não ter conseguido conduzir a gestação até o, 1993).

À mãe também cabe a árdua tarefa de se adaptar emocionalmente à “imagem real” do bebê, abrindo mão, conseqüentemente, da “imagem ideal” alimentada ao longo da gravidez por fantasias de natureza inconsciente (Klaus e Kennell, 1982). Bebês prematuros geralmente são pequeninos, apresentam baixo peso e têm a pele amarelada ou escurecida.

A primeira visita materna à UTIN gera uma mistura de emoções intensas. A quantidade de aparelhos e a movimentação dos profissionais causam perplexidade e ensejam uma estranha sensação de irrealidade. Nesse cenário, o contato com o bebê se torna mais custoso. O estabelecimento de um vínculo inconsistente entre a mãe e seu bebê prematuro.

O ato de amamentar é importante para a mãe e para a criança não só no sentido nutricional ou de transmitir anticorpos, mas também para fortalecer a ligação mãe-filho. O aleitamento materno deve ser estimulado, porque é bom para a mulher e para a criança e, eu diria, porque também é um fator de proteção social, tudo isso pode levar uma mãe de parto prematuro a uma Depressão Pós Parto.

Se você tiver pelo menos cinco dos sintomas acima por duas semanas ou mais, e um dos sintomas é ou tristeza ou perda do interesse, você talvez deva precisar de tratamento.

Ainda que você não tenha outros sintomas além da tristeza ou indisposição, é importante buscar ajuda médica e conversar sobre os benefícios que um tratamento poderia trazer. Quanto mais cedo você começar o tratamento, melhor será a sua chance de uma recuperação rápida e completa.

Após o Nascimento do Bebê

Se você está se sentindo deprimido após o nascimento do seu bebê, você pode estar relutante ou vergonha de admitir isso. Mas é importante chamar o seu médico se os sinais e sintomas de depressão piorarem e prejudicarem suas atividades.

Para pessoas que tem sintomas de psicose e ou Depressão Pós Parto, deve ser tratada como uma emergência que requer tratamento médico imediato. Se você ou sua parceira tiver quaisquer sintomas psicóticos, procure ajuda de emergência imediatamente.

Procures os seguintes especialistas para marcar uma consulta caso tenha alguns desses sintomas:

  • Psicólogo
  • Psiquiatra
  • Endocrinologista
  • Ginecologista e Obstetra

Maternidade, Amor sem fim…

A Maternidade mudou por completo a minha vida, e nesse blog você não só saberá sobre as minhas experiências, mas das mães incríveis que venho conhecendo, portadoras de um corações nobres e cheios de amor sem fim.

Orgulho de ser mãe de múltiplos, apesar da rotina diária, das noites não dormidas, peito + mamadeiras, ter que escolher entre dar mamadeiras ou me alimentar, 9 fraldas trocadas das 7h as 14h, todas com cocô, febres, nebulizações madrugadas a fora, me sinto a mulher mais feliz do mundo. Lógico que não sou a única a se sentir e a falar! rsrsrs

Já que tem milhares de mães que se sentem tão abençoadas e realizadas como eu!

A felicidade de se ter uma família e a vivência do que se é, é muito difícil de ser expressada através das palavras que acredito que são poucas quando o assunto é Maternidade e Paternidade.

Não que eu tenha sido infeliz sem minhas bebês, Continue lendo Maternidade, Amor sem fim…

Superação por Adriana Nina

Hoje vou apresentar a vocês a história de superação de uma mãe que muitas de nós nos identificamos e podemos tê-la como um exemplo!
Eu escrevi recentemente um Post falando sobre os motivos que me levaram a sair do trabalho.
Aqui vocês também vão ver que existem mais mulheres com a minha história, ou a sua, ou de uma amiga…
Nessa sociedade machista (sim! ainda muito) a mulher ainda é a responsável pela casa, filhos e ainda trabalha e tem que está linda e animada para o marido.
Então, resolvi entrevistar uma super mãe, que abriu mão de uma carreira de anos para passar um tempo dedicado a profissão Mãe, e depois resolveu investir em algo que lhe proporcionou mais emoção e paixão, se tornando uma Empresária.

A entrevista é com:

Adriana Nina Ribeiro

Casada com Luciano Fontenele e mãe da Maria Cecília que nasceu dia 02/05/2007, com 39 semanas e 3.310 kg.

Sua gravidez teve um ótimo acompanhamento por duas equipes médicas, já que a mamãe nascera com um problema no coração o que era preocupante no período gestacional. Seu cardiologista orientou a fazer a fazer dois pré-natais, um com a equipe do HMIB onde constatou ter a melhor equipe cardiopediatrica de Brasília e o outro sendo com médicos particulares. E ainda havia possibilidades do bebê nascer com algum problema no coração.

E para a alegria do casal tudo ocorreu muito bem, durante o período gestacional e nascimento!

Adriana afirma que devido o excelente acompanhamento e a segurança que lhe foi passada por todas equipes médicas tudo saiu bem, e pôde trabalhar até dois dias antes de Maria Cecília dar o ar da graça! 🙂

Após o nascimento e licença médica, veio o retorno ao trabalho.

Perguntei se foi difícil o retorno e se existe preconceito sobre a maternidade, disse que sim e algumas adversidades sobre como lidar com o dia a dia de cuidar e educar sua filha conciliando com o trabalho.Teve em diversos momentos a Superação como sua aliada.

Em 2015, após 17 anos trabalhando, resolveu dar um tempo para ficar com a minha filha que tinha feito 7 anos…

Se arrepende de ter tomado essa decisão tão tardia, acredita ter perdido a melhor fase da vida da de Maria Cecília enquanto trabalhava fora.

Quando decidiu sair do trabalho, começou a pesquisar várias possibilidades de trabalho. E para todas as oportunidades que olhava tinha a certeza que conseguiria ter sucesso já que o problema não era ela colocar a mão na massa! Sabia que tinha potencial para qualquer negócio e segmento que tomasse a frente.

Durante 17 anos só fez uma coisa, ser publicitária e mídia. Mas sabia que podia mais, ir além disso!

O momento mais difícil para Adriana, foi quando ela parou para perceber o tempo que havia perdido da infância de sua filha… Refletiu e disse: “- Este tempo não volta mais e eu estava trabalhando”.

Foi aí que em conversa com o seu esposo Luciano, que a incentivou a se libertar do trabalho que não trazia mais a mesma felicidade de antes.Então, resolveu deixar a sua carreira de 17 anos para cuidar dela também. Foi uma decisão difícil, mas era algo que precisava ser feito. Mais complicado do que imaginava.

No dia da saída do trabalho, sofreu muito, teve muita saudade… Só nesta empresa trabalhou há 6 anos, e fez muitos amigos. E ter que contar a verdade pra todos eles, a fazia chorar muito, mas foi uma decisão muito bem pensada e necessária.

Adriana afirma que os planos que fazia quando se casou, eram muito diferentes daquele momento. A vida vem e vira você de cabeça para baixo. Os exemplos que cita são: “- Não planejei estar grávida, descobri que estava grávida no meu chá de panela, onde me casaria com meu esposo depois de um relacionamento de apenas 5 meses. Então, foi tudo muito rápido, naquela época não tínhamos a condição financeira que temos hoje, e que graças a Deus batalhamos para isso e agora em abril completamos 10 anos de casados. Hoje, depois de tudo que passamos juntos, olhamos para trás e vemos o tanto que amadurecemos e o quanto fez bem estarmos juntos, um ao lado do outro.”

Hoje Maria Cecília tem 8 anos.

Quando Adriana me falou isso, eu segurei a emoção porque acredito que isso é exatamente o que vivem milhares de mães! Superação dia após dia!

Nesse momento refleti sobre mim: planejei engravidar e quis muito a maternidade. Mas não de trigêmeas… A maternidade muda tudo e muito, e como mudou a minha vida!

Em vários momentos ela se olhou no espelho e não se sentia feliz! Engordou 14 quilos na gravidez e depois que a Maria Cecília nasceu acabou se descuidando por conta do dia a dia corrido.

Devido a sua falta de vontade de se cuidar, deixou de querer se olhar no espelho.

Após algum tempo, percebeu que precisava mudar sua história e se reerguer.

Superação dia após dia…

A academia foi o começo de tudo, onde a ajudou a levantar sua auto estima e se valorizar como devia, além da vida saudável, percebeu que podia ir além e melhorar a sua disposição.

Desde então, frequenta a academia todos os dias pela manhã, até aos sábados, e me afirmou veemente que AMA e sente falta quando não vai.

Achou sua válvula de escape!

A escolha de empreender foi muito por acaso, a idéia era sair do trabalho para ter mais tempo com sua filha. Este tempo teria que ser de qualidade, pois tempo sem qualidade ela já tinha trabalhando no emprego anterior.

Após um tempo com a filha, percebeu que precisava fazer algo por ela mesma! (Ufa… Finalmente a mamãe se priorizou!)

Queria então, algo que tivesse paixão, uma novidade profissional, um projeto totalmente gerado por ela!

Foi aí que vieram algumas idéias: a 1ª foi abrir uma esmalteria, a 2ª foi abrir uma loja de semijoias e a 3ª que se concretizou, a abertura de uma loja de roupas femininas.

O segmento de moda foi escolhido pela oportunidade que teve naquele momento e também por ser um segmento que adora. E assim surgiu a sua loja no Sudoeste, Luxo de Nina, moda feminina.

Hoje a Adriana se define: “- Mãe, que superou vários momentos difíceis da maternidade, que ainda comete alguns deslizes, mas que está sempre buscando crescer e ser uma pessoa melhor para o mundo. Ser mãe é gratificante demais, ser empreendedora também, mas se eu não estivesse bem comigo mesma, nada desta minha virada de 180 graus teria dado certo. Resolvi apostar em mim, investi em um curso que me trouxe uma aceitação pessoal incrível e um poder de me enxergar perante o mundo de uma forma diferente entendendo o passado e tentando ajustar o presente para viver cada vez melhor no futuro.” Sabias palavras…

O conselho que a Adriana dá para uma mãe que passa por momentos difíceis para ter o seu bebê é que tenham fé e perseverança, pois tudo na vida é um desafio… E tem para si a seguinte frase: “Nada nesta vida é por acaso, tudo acontece quando é para acontecer. Deixar as coisas fluírem com naturalidade é imprescindível também para tudo dar certo e conseguir engravidar.

A lição de vida que tirou da maternidade é que se foi escolhida para ser mãe da Maria Cecília é porque ela precisava que ela fosse sua mãe. E que não adianta fazer tantos planos para o futuro, pois de uma hora pra outra as nossas prioridades mudam. O que queremos num dia, no outro já não queremos mais…

Adorei fazer esse post!!!

E saber um pouquinho mais sobre essa história de superação que dentre várias outras, um exemplo de mãe que deu a volta por cima, buscando em si mesma e na família forças para ser uma pessoa feliz e realizada.

História de Superação - Adriana Nina, seu esposo Luciano e sua filha Maria Cecília.

Obrigada Adriana por compartilhar com a gente sua experiência de Vida e Superação!

Desejamos muita luz e proteção pra toda a sua família. 🙂 😉 😉

Um super beijo  🙂 😉 😉

Preconceito em torno da Fertilização

Quando assumi para os familiares e amigos que eu não conseguia engravidar por uma infertilidade de causa desconhecida, enfrentei perguntas desnecessárias e inconvenientes, e até comentários preconceituosos em torno da Fertilização In Vitro, onde eu teria maior chance de uma gravidez.

Me recordo bem dos comentários:

– Mas como a causa é desconhecida??? Você tem que saber porque não engravida!!! Então é coisa da sua cabeça!

– Vocês vão adotar? – Eu sou contra… Eu ouço muita coisa ruim a respeito.

Ouvi também comentários preconceituosos em torno vindo de pessoas religiosas, que diziam que a Fertilização In Vitro era um procedimento abominado por Deus.

Então, eu estava preparada pra tudo, tanto para uma adoção como para qualquer tratamento que fosse!

Preparada não! Mas digamos, motivada!

E a cada absurdo que ouvi, me fortaleci mais e mais!!!

Agora me explica uma coisa, porque é abominada por Deus??? Isso está na bíblia??? Onde??? Não encontrei!

A Bíblia fala de casos emblemáticos, de mulheres que não podiam ter filhos.

7 mulheres na Bíblia que não podiam ter filhos:

Sara (Gn 11.30; 16.2), Rebeca (Gn 25.21), Raquel (Gn 29.13), Mãe de Sansão (Jz 13.24), Ana (1 Sm 1.6), Isabel (Lc 1.7).

Todas elas são testemunhas da graça divina, pois graças à própria oração, tiveram seus desejos alcançados.

No passado, a esterilidade era vista como uma maldição, hoje vista com olhos preconceituosos contra a medicina.

Não poder ter filho significava uma punição divina. Segundo a Bíblia, Deus deu filhos a essas mulheres…

Será que Deus através  da medicina não poderia permitir uma família gerar seus descendentes, assim uma casa cheia de amor e um Sonho Realizado?!

Portanto, o primeiro ensinamento bíblico passado através dessas histórias é que a mulher estéril não é abandonada por Deus mas igual a todas as outras, com uma única diferença… O desafio de buscar e acreditar que o seu Desejo mais íntimo será realizado, mediante a sua perseverança, determinação e fé.

Encontrei um site que fala sobre os motivos que levam uma tal crença religiosa a não concordar com a Fertilização In Vitro.

Isso me causou indignação, e acredito que quem escreveu não tem o menor conhecimento de causa e convivência com famílias abençoadas através da fertilização.

Veja as citações em torno da Fertilização de um site religioso:

“A Fertilização In Vitro foge à nossa noção consolidada de paternidade. A maneira tradicional de gerar bebês envolve a união física de um homem e de uma mulher. Já a FIV, mesmo na sua versão mais básica, envolve outras pessoas nesse ato de criação: médicos e técnicos que recolhem os óvulos e o esperma, os fertilizam em laboratório e os transferem para o corpo da mulher.

Será que pode-se julgar a paternidade de uma criança só por não ter havido o ATO SEXUAL??? O espermatozoide não é do próprio pai biológico?! E quem vai criar, educar e dar amor também não seria o próprio pai?! 

“A Fertilização In Vitro reduz mulheres e crianças a objetos. As mulheres são tratadas como meios para “se obter” uma criança, e não como pessoas integrais. E a criança é tratada como “um produto” a ser conseguido. Porque ainda há tanto preconceito em torno de DE UMA MULHER EM REALIZAR O SONHO DA MATERNIDADE, com o coração cheio de amor e esperança. “

Como esse site falar sobre a forma que essas mulheres e crianças são tratadas como objeto???

Todo tratamento de Reprodução Humana é tratado de forma séria do início até o nascimento dos bebês. Assim foi na clínica a qual fiz o meu tratamento.

Meus médicos tiveram total zelo por mim e família.

No nascimento das minhas filhas os médicos foram agradecendo a Deus o milagre da Vida e abençoando, foi lindo! Me emocionei e ainda me emociono quando lembro!!!

Tivemos ao nosso lado profissionais extremamente competentes e voltados para a realização do meu Sonho. Infelizmente, algumas pessoas podem não ter tido a mesma experiência que a minha, mas o fato é que não aceito tal discriminação e preconceito em torno de um assunto principalmente quando quem trata não tem o real conhecimento de causa e nem sabe ao certo o que é uma mulher desejar carregar em seu ventre seu filho, gerando dia após dia…

Sentir seu coração bater, e mexer sempre que o papai e a mamãe passa a mão no ventre…

Logo poder amamentá-lo. Tamanha emoção que uma mãe vive durante a gestação que o ato sexual não tanta importância nesse sentindo, já que a união e o amor do casal está acima de tudo isso!

Aqui deixo um registro.

E dizer que, acima de tudo isso existe um amor incrivelmente lindo dentro de mim e que Deus me proporcionou a mais pura e verdadeira felicidade do Dom da Vida.

E se você que está lendo esse post,  não acredita em Deus, tenha fé em você, ou na Vida.

Acredite! Tenha a esperança sustentada pela motivação e determinação de construir uma família prospera.

Vivencie a experiência da maternidade de olhos fechados, sinta-se já uma mãe cheia de amor, sinta seu coração já cheio de felicidade, com o resultado positivo.

Porque foi assim que mentalizei no período do meu tratamento.

Voltada para o resultado positivo, e o recebimento dos meus Presentes de Deus.

Ser mãe é uma dádiva sublime, uma fonte inesgotável de amor, portanto, comece já a ser essa fonte.

Ciclo Menstrual

Para dar início a fazer a Tabelinha para tentar engravidar, anote em um calendário os dias da sua menstruação para poder fazer o cálculo sem erros e saber exatamente os dias férteis.

Caso tenha um ciclo menstrual de 28 dias, marque seu primeiro dia de menstruação no calendário e conte 14 dias.

Nesta data, você estará no seu dia fértil. Mas, como esse dia pode haver algumas variações
devido ao emocional, hormonal e mental, , deve-se considerar ter relações 2 dias antes e 2 dias depois do dia fértil, totalizando 5 dias, formando assim, o período fértil.

Tabelinha - Ciclo Menstrual

O método da Tabelinha funciona bem em mulheres que tem o ciclo menstrual regular. Assim a chance de acerto no cálculo do seu período fértil é bem maior e segura.

As mulheres que têm dificuldade em saber quando sua próxima menstruação virá, pois tem um ciclo muito variável, poderão encontrar uma maior dificuldade em engravidar, pela dificuldade de saber quando é seu período fértil, o que foi o meu caso, já que também não fazia uso de pílulas há muitos anos. Neste caso, pode-se recorrer ao teste de ovulação da farmácia, que indica quando a mulher está no seu período fértil (eu não cheguei a usar, já que ouvi falar que também não é 100% certo).

Calcular o período fértil no ciclo irregular não é seguro para quem está tentando engravidar ou para quem não quer engravidar, pois como o ciclo menstrual não vem sempre no mesmo período, as contas podem ser erradas, no caso da Tabelinha.

No entanto, uma forma de saber quando é o período fértil em caso de ciclo irregular é anotar durante um ano a duração de cada ciclo menstrual e depois subtrair 18 dias ao ciclo mais curto e 11 dias ao ciclo mais longo.

Como fazer o cálculo usando o Método da Tabelinha:

Por exemplo: Se o seu ciclo mais curto foi de 22 dias e o ciclo mais longo de 28 dias, então: 22 – 18 = 4 e 28 – 11 = 17, ou seja, o período fértil será entre o 4º e o 17º dias do ciclo.

Durante o período fértil, a mulher apresenta alguns sinais e sintomas. São eles:

  • Presença de um muco vaginal transparente, parecido com clara de ovo (uma grande quantidade),
  • Ligeiro aumento da temperatura corporal,
  • Algum desconforto no baixo ventre pode ser percebido por algumas mulheres, mistura de inchaço com uma cólica bem sutil,
  • Aumento do apetite, aumento de ansiedade.

Espero que neste post você tenha tirado suas dúvidas!!! 🙂

Gestação Trigemelar

Toda mulher que tem vontade de ser mãe espera a gestação mais comum a de apenas um bebê. Algumas chegam a pensar na gestação de gêmeos por pura vontade de ter ou por histórico genético/familiar (eu). Mas, e de três bebês? Continue lendo Gestação Trigemelar